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Mundial Feminino 2025 de Vôlei é chance de consolidar renovação da seleção que já rendeu bons resultados em 2024

Boa campanha que rendeu o bronze em Paris 2024 dá esperanças para colher resultados de mais uma renovação do Brasil comandada por José Roberto Guimarães

José Roberto Guimarães iniciará em 2025 mais um ciclo olímpico no comando da seleção brasileira de vôlei feminino. Se chegar até Los Angeles 2028, terá completado 25 anos seguidos no cargo. Mas neste novo ano o comandante terá no Mundial Feminino 2025 de Vôlei a oportunidade de consolidar um novo processo de renovação que já rendeu bons resultados em 2024.Tanto na Liga das Nações de Vôlei (VNL) Feminino 2024 quanto nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o roteiro foi parecido. Uma campanha quase perfeita na primeira fase, sem derrotas e com poucos sets sofridos.

A história mudou quando ambas as competições chegaram na fase eliminatória, mais precisamente na semifinal: o Brasil perdeu na Liga das Nações para o Japão e em Paris 2024 para os Estados Unidos, sempre na mesma fase.

A diferença foi que, enquanto na Liga das Nações a seleção brasileira perdeu a disputa de terceiro lugar para a Polônia, nos Jogos Olímpicos o Brasil ficou com o bronze após derrotar Türkiye.

“Na disputa feminina de vôlei, temos um grupo de equipes muito niveladas. Claro que sempre entramos nas competições pensando no ouro, mas é muito importante ter o Brasil no pódio olímpico. Agora vamos analisar o que funcionou e o que eventualmente precisa ser ajustado. Para a CBV, Los Angeles 2028 já começou”, disse Radamés Lattari, presidente da CBV, em um balanço publicado no site da entidade logo após os Jogos Olímpicos.

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